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Luís
Carlos Luciano nasceu em 19 de julho de 1961 em Cambará (PR), mas
passou a maior parte da sua infância e adolescência em Ourinhos
(SP), na divisa entre os dois Estados. Por um período morou em
São Paulo, capital, onde iniciou seus estudos primários.
Estudou
o antigo ginásio em Ourinhos e fez o 2º grau no colégio
agrícola de Cândido Mota (SP), formando-se aos 17 anos Técnico
em Agropecuária, profissão que pouco exerceu.
Em
1979 mudou-se para Dourados onde tentou sem êxito, naquele ano,
o vestibular de Agronomia. Logo começou a trabalhar em serviços
esporádicos até conseguir, em 1981, entrar como datilógrafo
na então Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Dourados, onde
começou a ter contado com o jornalismo. Em pouco tempo começou
a fazer os primeiros textos e não mais parou.
Em 1982 entrou no Jornal O Progresso como repórter, onde recebeu
apoio e incentivo por parte do redator-chefe Vander Verão. Trabalhou
nesse jornal por cerca de 20 anos e desde 2002 está no Diário
MS onde é editor do caderno 2, de Opinião e editorialista.
Iniciou
na década de 80 Letras na UFMS, mas não concluiu o curso.
Na década de 90, fez o vestibular de Jornalismo em Campo Grande
e não passou, mas foi aprovado, no mesmo ano, para Letras com Ênfase
em Jornalismo na Unigran, e desta vez concluiu a graduação
e começou a ter gosto pela Literatura.
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Ainda durante o curso, começou a escrever em O Progresso
uma pequena crônica semanal com o título "Rodando
o Lero", assinando com o pseudônimo "Fuscachambó",
contando as peripécias de um Fusca. Logo após a faculdade,
fez a Especialização, na UFMS, em Letras, com concentração
em Teoria da Literatura e Literaturas de Língua Portuguesa.
O
seu artigo científico de conclusão da Pós-Graduação
foi sobre a obra do poeta, jornalista e professor Nicanor Coelho.
Foi aprovado pela banca com conceito "B".
Por alguns manteve uma crônica semanal no Diário MS,
publicada às segundas-feiras no Caderno 2, página
3, com o título "Coçando o Verbo", onde
começou a mostrar uma fase mais madura em relação
ao ensaio literário. Trabalha até hoje na Prefeitura,
na Agência de Comunicação Municipal, onde é
Técnico em Comunicação do quadro permanente.
Escreveu
um livro sobre a história do Diário MS quando o jornal
concluiu, em 2003, dez anos de existência. Foram três
meses de pesquisas. O título é "O Fenômeno
Diário MS: dez anos de um sonho que está dando cada
vez mais certo". Era para ter sido lançado em 10 de
setembro de 2003, mas isso não foi feito por falta de recursos
por parte da empresa.
Mesmo
assim editou e produziu dez exemplares distribuídos entre
os professores que o ajudaram na elaboração e pessoas
amigas. É uma obra, considerando-se o seu conteúdo
e característica, inédita no Estado.
É
filho de Aluízio Luciano e Pedrina Rodrigues Luciano. É
casado com Lourdes Cecília Lopes Luciano e tem dois filhos:
Leonardo e Luís Carlos Luciano Júnior.
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